Nissan - Gigante

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A Nissan do Brasil continua a destacar os diferenciais de seus modelos por meio do humor. Desta vez, a crítica é para a maneira de como a concorrência enxerga e minimiza as necessidades reais do consumidor brasileiro. Para ilustrar a situação, um gigante entra em cena vestido como um executivo e invade uma cidade, onde ele visualiza os habitantes como “formiguinhas”, veja o video.



O novo comercial ressalta, com humor, os diferenciais da família Livina e lança o questionamento: “Os concorrentes da Nissan são gigantes. E como os gigantes, lá de cima, enxergam as pessoas aqui embaixo?”.
Também foi criada uma versão do filme para internet, com um divertido extra. Em determinado momento do comercial, o usuário é convidado a assistir uma mulher-formiga cantando e dançando um funk.

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Opel revela novo Corsa por inteiro

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Linha 2012 do carro ganhou facelift e sistema stop/start para poupar combustível



Opel Corsa 2012
A quarta geração do Corsa europeu, lançado em 2006, acaba de passar por sua primeira “cirurgia plástica”. O modelo, vendido pela Opel e a Vauxhall na região, agora passa a incorporar novos para-choques, redefinidos com uma linha mais esportiva, e mais itens para o interior, como o sistema de navegação GPS com tela integrada embutida no painel e comandos digitais par ao ar-condicionado.
Outra novidade do carro, que estreia em janeiro de 2011, é o opcional da série Color Line Series, composto por faixas de diferentes cores que podem ser fixadas pela carroceria. Outro componente adicional vendido a parte são as rodas aro 17”.
Por outro lado, o Corsa nas versões Ecoflex com motor 1.3 turbodiesel passa a vir equipado de série com sistema stop/start para economia de combustível. O equipamento desliga o motor nos momentos em que o veículo encontra-se parado, situações como congestionamentos ou semáforos, e volta a acioná-lo assim que o pedal do acelerador volta a ser pressionado. O restante da linha segue com as opções dos blocos 1.0 e 1.2 a gasolina.
No Brasil, o Corsa é oferecido pela Chevrolet desde 1994. No entanto, a GM por aqui não avançou com o carro até sua quarta geração e manteve-se na terceira, à venda no país desde 2002. O modelo, com o lançamento do Agile, vem perdendo espaço e tende a ser descontinuado em breve.
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Chery está decidida a fortalecer sua presença no Brasil

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Chery

/ Cielo

Chery Cielo
Por Bruno Roberti
A chinesa Chery está decidida a fortalecer sua presença no Brasil, assim como ocorre na China, e a família Cielo, composta pelas carrocerias hatchback e sedã, é uma das apostas da marca, que já anunciou a construção de uma fábrica em Jacareí, interior de São Paulo.

Desenvolvidos no Centro de Design Pininfarina, os modelos vêm recheados de itens de série, como freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), airbag duplo, faróis de neblina, ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de liga de 16´´, trio elétrico, CD com MP3, sensor de ré, alarme e faróis de neblina dianteiros e traseiros.

Sob o capô, ambas as versões contam com propulsor 1.6 a gasolina, capaz de gerar 119 cv de potência e 14,98 kgfm de torque a 4300 rpm. A transmissão oferecida é mecânica, com 5 marchas. O carro acelera de 0 a 100 km/h em 14 segundos, com velocidade máxima de 170 km/h.

Já na parte mecânica, o modelo conta com suspensão do tipo independente McPherson na dianteira e Multi Link na traseiro. Os freios são a disco em ambos os eixos.

Na versão sedã, a capacidade do porta-malas é de 395 litros. Já na hatch é de 337 litros. Com os bancos traseiros rebatidos, a capacidade no sedã sobe para 756 litros e no hatch para 670 litros. A distância entre-eixos de ambas as versões é de 2,5 metros.

Tanta a versão sedã quanto a hatchback já estão à venda nas concessionárias com preços R$ 42.900.
Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros, 1597 cm3
Potência: 119 cv a 6150 rpm
Torque: 13,5 kgfm a 4300 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h: 14 seg.
Velocidade máxima: 170 km/h
Dimensões: comprimento 428 cm, entre-eixos 255 cm, altura 146 cm, largura 179 cm
Peso: 1750 kg (hatch) / 1770 kg (sedan)

Fotos  do Cielo

 
Chery Cielo Hatch  Chery Cielo Sedan

Chery

/ Fulwin 2

Chery Fulwin 2
Por Bruno Roberti
O Fulwin 2 é o primeiro veículo da chinesa Chery a ter motor flex e vai chegar às concessionárias da marca em maio de 2011. O modelo é um dos destaques do estande da montadora no Salão e virá nas versões com carroceria hatchback e sedã.

O motor 1.5 flexfuel 16V foi feito em parceria com a Delphi e produz 116 cv de potência e 14,7 mkgf a 3000 rpm de torque quando abastecido com etanol.

Equipado com freios ABS com EBD, suspensão dianteira e traseira independente do tipo McPherson, barras estabilizadoras e amortecedores pressurizados, o Fulwin 2 tem rodas de 15 polegadas e conta com transmissão mecânica de cinco marchas.

De equipamentos de série, o modelo vem com ar-condicionado, direção hidráulica, airbag, trio elétrico, CD Player com MP3, assentos traseiros reclináveis, alarme e retrovisores elétricos.

A versão sedã tem 4,29 metros de comprimento e entre-eixos de 2,52m. Na hatchback o número cai para 4,13m de comprimento e 2,33 entre-eixos.
Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros em linha, 1497 cm3
Potência: 116 cv (etanol) a 6000 rpm
Torque: 14,7 mkgf (etanol) a 3000 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h: nd
Velocidade máxima: nd
Dimensões: sedã - comprimento 426 cm, altura 168 cm, largura 149 cm, entre-eixos 252 cm
Peso: 1200 kg

Fotos  do Fulwin 2

 
Chery Fulwin 2 Hatch  Chery Fulwin 2 Sedan 



Chery

/ Tiggo

Chery Tiggo
Por Bruno Roberti
O utilitário-esportivo Tiggo, o primeiro do segmento da chinesa Chery no país, agradou alguns fãs que procuram um carro com jeito e apelo off-road e preço acessível.

Para incrementar ainda mais o veículo, o Tiggo ganhou transmissão automática e será uma das atrações do estande da montadora chinesa.

O Tiggo, que já é vendido por aqui, tem motor 2.0 16V a gasolina, com 135 cv de potência, 18,2 kgfm de torque e transmissão mecânica de cinco marchas. Agora, o modelo também será oferecido com a opção de câmbio automático de quatro velocidades.

De série, o Tiggo vem com freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de liga de 16 polegadas, trio elétrico e alarme.

Com 4,28 metros de comprimento, o SUV pesa 1.750 kg e tem capacidade de 520 litros de carga no porta-malas. A distância entre-eixos é de 2,5 metros.
Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros, 1971 cm3
Potência: 135 cv a 5750 rpm
Torque: 18,2 mkgf a 4500 rpm
Câmbio: automático de 4 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h:
Velocidade máxima:
Dimensões: comprimento 428 cm, entre-eixos 251 cm, altura 170 cm, largura 176 cm
Peso: 1750 kg

Fotos  do Tiggo

 
Chery Tiggo 


Chery

/ S18 e S18D

Chery S18 e S18D
Por Bruno Roberti
A família S18 é uma das apostas da Chery para cativar o público brasileiro. Tanto que a fabricação do modelo no país está prevista para começar a partir de 2013, na fábrica de Jacareí.

Disponível nas versões hatchback e crossover (S18D), o modelo vem com motor 1.3 16V a gasolina, que gera 84 cv de potência e 12,4 mkgf a 3500 rpm de torque. O hatch tem pneu 175/60 e roda aro 14´´. Já o SUV vem com pneus 185/65 de aro 15´´. Ambas as versões são equipadas com transmissão mecânica de cinco marchas.

De série, os modelos vêm com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, CD Player com MP3, alarme, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD).

O utilitário-esportivo tem 3,86 metros de comprimento, 1,62 m de altura e distância entre-eixos de 2,33 m. A distância mínima em relação ao solo é de 180 mm. Seu peso é de 1.100 kg.
Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros em linha, 1297 cm3
Potência: 84 cv a 5750 rpm
Torque: 12,4 mkgf a 4500 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h: nd
Velocidade máxima: 150 km/h
Dimensões: hatch - comprimento 360 cm, largura 152 cm, altura 158 cm, entre-eixos 233 cm
Peso: 1028 kg

Fotos e vídeos do S18 e S18D

galerias
Chery S18  Chery S18D  



Chery

/ QQ

Chery QQ
Por Bruno Roberti
"O compacto completo mais barato do Brasil". É assim que a Chery define o QQ (lê-se Quiu Quiu), que chega ao Brasil em 2011 e será revelado ao público no Salão do Automóvel.

Com 3,5 metros de comprimento e 2,3 metros de entre-eixos, o QQ pesa 890 kg e vem com motor a gasolina 1.1 de quatro cilindros e 16V, que gera 68 cv de potência. O modelo vem com rodas de aro 13´´ e transmissão mecânica de cinco marchas.

O QQ apresenta uma dianteira em forma de “U”, que proporcionam ampla visão ao motorista, e faróis em forma de gota d´água, que se integra ao capô e para-choque. Ao longo da carroceria, linhas circulares e quadradas se misturam.

Nas laterais, as proteções são na mesma cor da carroceria. Os retrovisores, em arco, são elétricos. Na traseira, um spoiler ajuda a manter a estabilidade do veículo. A abertura da tampa do porta-malas e do tanque de combustível, que tem capacidade para 35 litros, podem ser acionadas de dentro do QQ.

De equipamentos de segurança série, o novo compacto da Chery vem com freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), airbag duplo com botão exclusor. De conforto, o modelo vem com ar-condicionado trio elétrico, alarme, direção hidráulica, sensor de ré, faróis de neblina, CD Player com MP3 e painel digital.

Na parte mecânica, a suspensão dianteira é do tipo McPherson, com amortecedores pressurizados e barra estabilizadora. Já na traseira, é de eixo rígido, com molas espirais. O freio da frente é a disco e os de trás são de tambor.
Segundo a montadora, o modelo, que ainda será homologado e deve ser vendido apenas em 2011, tem preço sugerido de R$ 22.900.
Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros em linha, 1083 cm3
Potência: 68 cv a 6000 rpm
Torque: 9,1 mkgf a 3500 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h: nd
Velocidade máxima: nd
Dimensões: comprimento 355 cm, largura 148 cm, altura, 149 cm, entre-eixos 234 cm
Peso: 890

Fotos  do QQ

 
Chery QQ


Chery

/ G5

Chery G5
Por Anamaria Rinaldi
Mais uma prova de que os sedãs médios chineses podem até não ter uma identidade de marca, mas conseguem ter um estilo bonito e de bom gosto sem cair na tentação do plágio descarado às vezes praticados naquela indústria, o G5 chega como o topo da linha Chery. Dependendo da faixa de preço em que ele se encaixar, seus atributos podem fazer dele uma alternativa bem interessante para quem busca um sedã desses segmento.

Seu motor de 2.0 litros entrega 166 cv e 24 mkgf, o que são números saudáveis para um carro, embora carregado o carro represente perto de duas toneladas de peso. Mas, embora os números de aceleração não tenham sido divulgados, 210 km/h indicam pelo menos competência do quatro-cilindros, bem mais que o motorista poderá aproveitar nas estradas do país.

Uma limitação em relação à concorrência é a oferta de transmissão limitada a câmbio manual de cinco velocidades, algo que só quem prefere fazer as trocas de marcha da maneira tradicional não vai reclamar. De qualquer forma, fica o também já tradicional hábito chinês de oferecer pacotes compeltos de equipamentos.

Ar condicionado, direção hidráulica, ABS com EBD, airbag duplo, CD/MP3 player com entrada USB, trio elétrico, alarme e rodas de liga leve compõem a lista do G5. Trata-se de itens que a concorrência certamente oferece no segmento, além de oferecer tantos outros. Mas, como em todo caso de carro chinês no Brasil, a questão do preço vai determinar o apelo de compra do sedã, talvez até como alternativa para quem busca uma opção nos segmentos logo abaixo dos sedãs médios. Falta, portanto, saber quanto o belo G5 vai custar.
Ficha Técnica
Motor: 4 cilindros em linha, 1971 cm3
Potência: 166 cv a 5500 rpm
Torque: 24 kgfm a 1900 rpm
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira
Aceleração de 0 a 100 km/h:
Velocidade máxima: 210 km/h
Dimensões: comprimento 472 cm, entre-eixos 253 cm, altura 179 cm, largura 147 cm
Peso: 1598 kg

Fotos  do G5

 
Chery G5 
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OS 10 CARROS USADOS MAIS DIFICEIS DE REVENDER

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Carros usados mais difíceis de revender

Os carros que saíram de linha são sem duvida os mais difíceis de revender porem em alguns modelos alem do fator do carro  ter saído de linha a dificuldade de encontrar peças e a mão de obra complexa faz com que muitos modelos de carros sejam rejeitados.
Os carros  listados abaixo têm como base o conhecimento de ex-proprietarios, mecânicos e revendedores de veículos que são as classes envolvidas diretamente com esses modelos de carros.
Fiat Marea  “todos os modelos” alto índice de desvalorização, dificuldade  de encontrar peças de reposição e manutenção complexa principalmente parte elétrica e motor.
 2º Fiat Tempra “todos os modelos” alto índice de desvalorização, dificuldade de encontrar peças de reposição, serviços com custos de mão de obra altos.
Fiat Tipo “todos os modelos” problemas de pane no sistema elétrico todos dificuldade de encontrar peças de reposição,  manutenção complexa.
Ford Fiesta”até 1999”  motor endura-e  com alto índice de manutenção em intervalo de tempo muito curto e mão obra especializada.
Volkswagen Gol 1.0 16v  problemas constantes no motor.
Ford Escort sw  revenda difícil e desvalorização acentuada .
Fiat Brava “todos os modelos” alto índice de desvalorização, dificuldade de encontrar peças de reposição e manutenção complexa.
Ford Ka “até  2001” motor endura-e  com alto índice de manutenção em intervalo de tempo muito curto e mão obra especializada.
Chevrolet Blazer “a gasolina” mão de obra elevada e desvalorização.
10º Volkswagen Bora – peças de reposição e mão de obra com preços altos .
fonte :site de carro
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casa própria ou o carro novo

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Thaís Helena Santos, de 27 anos, vai se casar em dezembro de 2011. Ela já tem o dinheiro da festa e do vestido e agora procura uma aplicação financeira. O seu objetivo é deixar o capital render, sem correr o risco de perder o que já conseguiu juntar. No fim do ano, quando chegar a hora de pagar as despesas do casamento, ela resgatará o que acumulou. Em situações assim, em que os recursos serão aplicados para o saque no curto prazo, a sugestão de especialistas é esquecer a bolsa de valores e buscar modalidades de renda fixa, que têm menor risco.


Dependendo do valor em mãos e da quantidade de meses até o dia de usar o dinheiro, as recomendações variam, mas não muito. Para quem pretende dar entrada em uma casa própria, comprar um carro ou pagar uma pós-graduação, por exemplo, as aplicações mais sugeridas pelos especialistas são duas modalidades de renda fixa, os títulos do Tesouro Direto e o CDB DI (Certificado de Depósito Bancário indexado ao Depósito Interbancário), que são títulos vendidos por bancos, em que o rendimento do dinheiro acompanha a taxa básica de juros brasileira, a Selic.
"Para não frustrar qualquer objetivo de curto prazo, a aplicação financeira tem que ser de renda fixa, porque se der um problema no caminho, a renda variável pode fazer com que ele perca o que tinha", diz o consultor financeiro Mauro Calil, autor do livro "A Receita do Bolo".
Modalidades de renda variável, como as ações de empresas em bolsa de valores, são arriscadas para pequenos períodos, diz Calil. "As ações não são recomendadas de jeito nenhum quando se tem um objetivo para o dinheiro. Caso ocorra uma crise financeira, por exemplo, o poupador pode ver seu dinheiro sumir de uma hora para outra e pode não ter tempo para recuperar tudo até o dia em que vai precisar do capital", acrescenta Wilson Pires, professor de Finanças da Fundação Educacional Inaciana (FEI).
Dentro do universo da renda fixa - que inclui também a poupança - os especialistas indicam o CDB DI e o Tesouro Direto por apostarem em alta ou manutenção do juro no curto prazo. Apesar de a presidenta Dilma Roussef ter declarado que pretende baixar o juro real no País (que é a Selic com o desconto da inflação), a opinião dos consultores, professores e profissionais do mercado consultados é de que a taxa seguirá alta.
"Eu acho que a Selic vai subir. Pela primeira vez em muitos anos, temos inflação de demanda [quando a forte procura por bens e serviços leva as empresas a subirem os preços]", diz Ricardo Humberto Rocha, professor do Insper e do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA). Segundo ele, para controlar essa inflação, um dos principais instrumentos da equipe econômica do governo é o aumento do juro.
Assim, se a Selic subir, o rendimento do CDB DI também aumenta. Isso acontece porque essa modalidade de aplicação nada mais é do que um título que representa uma dívida do banco para com o investidor, cujo prêmio pago pela instituição tem como referência a taxa básica brasileira. Na hora de adquirir o título, o investidor negocia com a instituição bancária a porcentagem que vai receber do rendimento da aplicação. Quanto mais dinheiro e maior o prazo disponível, maior o poder de barganha do cliente. "Caso tenha R$ 60 mil ou mais, se ele pesquisar em vários bancos, pode conseguir até 102% do retorno", diz Rocha.


A recomendação de títulos do Tesouro Nacional segue a mesma linha de raciocínio do CDB DI. Flávio Lemos, coordenador da Trader Brasil Escola de Investidores, sugere as LFT (Letras Financeiras do Tesouro) e NTN-B (Nota do Tesouro Nacional de série B). A rentabilidade do primeiro tipo varia de acordo com a Selic, equanto o retorno das NTN-B depende da inflação.
"Eu aconselharia o investidor a comprar as LFT, que é um título sem risco, posfixado, e que vai acompanhar o juro", diz Lemos. Uma vantagem dessa aplicação em relação ao CDB DI é que o investidor adquire o título diretamente do governo - via instituições autorizadas - e não precisa pagar taxas cobradas pelos bancos. Por outro lado, o CDB traz comodidade para quem já é cliente de uma instituição bancária, pois basta fazer a transferência do dinheiro que está na conta para a aplicação.
As NTN-B estão entre as melhores opções na opinião de Lemos porque funcionam como uma proteção. Como o investidor tem o objetivo de adquirir bens ou serviços, que podem ficar mais caros durante o período em que o dinheiro será aplicado, a modalidade vai acompanhar eventuais aumentos de preços.
Nos dois casos sugeridos - CDB DI e Tesouro Direto - o imposto de renda (IR) pago pelo investidor acompanha a tabela regressiva de renda fixa. Se o resgate for feito em até seis meses, a taxa será de 22,5%. Caso a retirada seja nos meses seguintes, em até um ano, o rendimento terá um desconto de 20%. A poupança, que é isenta de IR, vale a pena quando o valor aplicado é pequeno, como no caso em que o investidor possui R$ 5 mil e pretende usar o dinheiro no fim do ano para pagar uma festa de formatura e uma viagem, por exemplo.
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Novo Peugeot 308 será lançado oficialmente em setembro

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Peugeot 308
A Peugeot prepara a a apresentação oficial ao público no Salão de Frankfurt, em setembro deste ano, mas aqui você já pode ver as fotos do novo Peugeot 3008. Mudanças no visual o deixam um pouco mais agressivo, e internamente, o bom gosto continua presente nos detalhes. Veja as fotos.


O Peugeot 308 é o primeiro modelo de produção em série da Peugeot a receber a numeração 8. Por aqui, nem o Peugeot 206 virou o 207 e na Europa já se caminha para os finais “8″, ao menos, o nosso Peugeot 307 ainda está em sintonia com as versões européias.

O novo Peugeot 308 terá seis opções de motor, três a gasolina (um 1,4-litro de 95 cv, um 1,6-litro de 120 cv, um 1,6-litro turbo de 150cv, com câmbio manual, e de 140 cv, com caixa automática), desenvolvidos em parceria com a BMW, e três a diesel (um 1,6-litro de 90 cv, um 1,6 litro de 110 cv e um 2-litros de 136 cv, com incríveis 32,6 kgm de torque). Sem contar a versão esportiva, a RC, que terá motor de 210 cv e deve chegar em breve.



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Ferrari California - Ingresso para o haras

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 (Ferrari/Divulgação)

A Ferrari foi celebrizada por adaptar às ruas bólidos de pista. Confortos mundanos costumavam ser deixados de fora, tudo em nome de uma experiência mais pura e não filtrada de direção. Isso começou a mudar na década de 1970, em busca de mais consumidores. Uma guinada em direção à comodidade que culminou no modelo California, em 2008, que abre a estreia da casa de Maranello na série Carros dos Sonhos.

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Confira a super galeria de fotos da Ferrari Califórnia!

Criado como um carro de volume, o modelo da marca do cavalinho rampante tem direito a fábrica própria para fazer 2.500 carros/ano — uma grande escala para a marca. A California também está se saindo bem no Brasil, com 22 unidades vendidas em 2010. Sucesso escorado em uma série de primazias que o esportivo estreou dentro da própria linha. A mais óbvia é o teto retrátil em metal, que transforma o conversível em cupê em apenas 14 segundos.
 
A outra inovação diz respeito ao coração: é a primeira Ferrari com motor V8 central dianteiro, que inovou na injeção direta. A caixa manual automatizada de dupla embreagem e sete marchas estreou no conversível, bem mais suave nas trocas do que as transmissões de uma embreagem. Atualmente, a 458 Italia usa esse tipo de câmbio, que também estará na FF, sucessora da 612 Scaglietti. Os mais puristas podem optar pelo câmbio manual de seis marchas, cuja alavanca desliza na tradicional grelha de alumínio. A suspensão, por sua vez, inovava na casa com o esquema multilink na traseira – a dianteira mantém os duplos braços triangulares, advindos das pistas.
Desenho toma emprestado elementos de estilo da cultuada Ferrari 250 California (Ferrari/Divulgação)
Desenho toma emprestado elementos de estilo da cultuada Ferrari 250 California


ORIGENS De um lado, a modernidade e de outro, a tradição. O batismo vem das valiosas 250 California, que tiveram apenas 125 unidades feitas entre 1958 e 1963. Um clássico quase que inestimável. Para ter uma ideia, em 2008, um exemplar trocou de mãos por 6,4 milhões de euros, equivalente a R$ 14,2 milhões. E é justamente da antecessora que a atual California tomou emprestados elementos de estilo, como os faróis, que replicam as antigas peças com bolha acrílica, a grande grade incrustada no para-choque, a entrada de ar no longo capô, as saídas de ventilação nos para-lamas dianteiros e as ancas traseiras pronunciadas.
Interior é repleto de tecnologia, com destaque para tela LCD junto ao velocímetro (Ferrari/Divulgação)
Interior é repleto de tecnologia, com destaque para tela LCD junto ao velocímetro


As linhas disfarçam um pouco as dimensões da California. De um para-choque até outro, são 4,56 metros de comprimento, 1,90m de largura, apenas 1,30m de altura e 2,67m de entre-eixos, o que permite até oferecer dois pequenos lugares traseiros. São medidas que, somadas à eletrônica embarcada e ao teto retrátil — mais pesado e complexo que um de lona —, elevam o peso para 1.735kg. É nessa hora que a sofisticação mecânica paga seus dividendos. Graças ao V8 de 4.3 litros e 32V de 460cv de potência a 7.750rpm e 49,5kgfm de torque a 5.000rpm e ao câmbio de trocas mais rápidas, o cabriolet vai até os 100km/h em apenas 3,9segundos e à velocidade máxima de 310km/h – a versão manual faz o mesmo em 4,2s. O controle de tração F1 TRAC, que privilegia as acelerações, dá uma mão nos números. Para estancar o entusiasmo, os discos de freio Brembo são cerâmicos.
 (Marcello Oliveira/EM/D.A PRESS)


PRATICIDADE A California foi pensada para o uso cotidiano. O couro, onipresente, é da grife Poltrona Fau. A suspensão tem gerenciamento eletrônico, que permite optar por um ajuste mais macio para a cidade. Além disso, estão presentes itens como ar-condicionado com duas zonas de ajuste, sistema de som de alta definição e bancos elétricos, para citar alguns. Ainda dentro da proposta funcional, o porta-malas comporta 340 litros, volume que diminui para 240l com a capota recolhida, espaço que ainda acomoda duas malas. O encosto dos bancos traseiros pode ser rebatido para ampliar o espaço. O preço de R$ 1,35 milhão não chega a ser imperdível. Mas, comparada à 458 Italia, a California sai por R$ 250 mil a menos, valor suficiente para comprar um apartamento de dois quartos na região Centro Sul de Belo Horizonte.
Traseira alta acomoda a capota, que pode ser recolhida em apenas 14 segundos
Traseira alta acomoda a capota, que pode ser recolhida em apenas 14 segundos
  • Maserati MC12
  • Ferrari Enzo
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Ferrari F50 GT and friends!

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