OS 10 CARROS USADOS MAIS DIFICEIS DE REVENDER

0 comentários

Carros usados mais difíceis de revender

Os carros que saíram de linha são sem duvida os mais difíceis de revender porem em alguns modelos alem do fator do carro  ter saído de linha a dificuldade de encontrar peças e a mão de obra complexa faz com que muitos modelos de carros sejam rejeitados.
Os carros  listados abaixo têm como base o conhecimento de ex-proprietarios, mecânicos e revendedores de veículos que são as classes envolvidas diretamente com esses modelos de carros.
Fiat Marea  “todos os modelos” alto índice de desvalorização, dificuldade  de encontrar peças de reposição e manutenção complexa principalmente parte elétrica e motor.
 2º Fiat Tempra “todos os modelos” alto índice de desvalorização, dificuldade de encontrar peças de reposição, serviços com custos de mão de obra altos.
Fiat Tipo “todos os modelos” problemas de pane no sistema elétrico todos dificuldade de encontrar peças de reposição,  manutenção complexa.
Ford Fiesta”até 1999”  motor endura-e  com alto índice de manutenção em intervalo de tempo muito curto e mão obra especializada.
Volkswagen Gol 1.0 16v  problemas constantes no motor.
Ford Escort sw  revenda difícil e desvalorização acentuada .
Fiat Brava “todos os modelos” alto índice de desvalorização, dificuldade de encontrar peças de reposição e manutenção complexa.
Ford Ka “até  2001” motor endura-e  com alto índice de manutenção em intervalo de tempo muito curto e mão obra especializada.
Chevrolet Blazer “a gasolina” mão de obra elevada e desvalorização.
10º Volkswagen Bora – peças de reposição e mão de obra com preços altos .
fonte :site de carro
Mais informações »

casa própria ou o carro novo

0 comentários
Thaís Helena Santos, de 27 anos, vai se casar em dezembro de 2011. Ela já tem o dinheiro da festa e do vestido e agora procura uma aplicação financeira. O seu objetivo é deixar o capital render, sem correr o risco de perder o que já conseguiu juntar. No fim do ano, quando chegar a hora de pagar as despesas do casamento, ela resgatará o que acumulou. Em situações assim, em que os recursos serão aplicados para o saque no curto prazo, a sugestão de especialistas é esquecer a bolsa de valores e buscar modalidades de renda fixa, que têm menor risco.


Dependendo do valor em mãos e da quantidade de meses até o dia de usar o dinheiro, as recomendações variam, mas não muito. Para quem pretende dar entrada em uma casa própria, comprar um carro ou pagar uma pós-graduação, por exemplo, as aplicações mais sugeridas pelos especialistas são duas modalidades de renda fixa, os títulos do Tesouro Direto e o CDB DI (Certificado de Depósito Bancário indexado ao Depósito Interbancário), que são títulos vendidos por bancos, em que o rendimento do dinheiro acompanha a taxa básica de juros brasileira, a Selic.
"Para não frustrar qualquer objetivo de curto prazo, a aplicação financeira tem que ser de renda fixa, porque se der um problema no caminho, a renda variável pode fazer com que ele perca o que tinha", diz o consultor financeiro Mauro Calil, autor do livro "A Receita do Bolo".
Modalidades de renda variável, como as ações de empresas em bolsa de valores, são arriscadas para pequenos períodos, diz Calil. "As ações não são recomendadas de jeito nenhum quando se tem um objetivo para o dinheiro. Caso ocorra uma crise financeira, por exemplo, o poupador pode ver seu dinheiro sumir de uma hora para outra e pode não ter tempo para recuperar tudo até o dia em que vai precisar do capital", acrescenta Wilson Pires, professor de Finanças da Fundação Educacional Inaciana (FEI).
Dentro do universo da renda fixa - que inclui também a poupança - os especialistas indicam o CDB DI e o Tesouro Direto por apostarem em alta ou manutenção do juro no curto prazo. Apesar de a presidenta Dilma Roussef ter declarado que pretende baixar o juro real no País (que é a Selic com o desconto da inflação), a opinião dos consultores, professores e profissionais do mercado consultados é de que a taxa seguirá alta.
"Eu acho que a Selic vai subir. Pela primeira vez em muitos anos, temos inflação de demanda [quando a forte procura por bens e serviços leva as empresas a subirem os preços]", diz Ricardo Humberto Rocha, professor do Insper e do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA). Segundo ele, para controlar essa inflação, um dos principais instrumentos da equipe econômica do governo é o aumento do juro.
Assim, se a Selic subir, o rendimento do CDB DI também aumenta. Isso acontece porque essa modalidade de aplicação nada mais é do que um título que representa uma dívida do banco para com o investidor, cujo prêmio pago pela instituição tem como referência a taxa básica brasileira. Na hora de adquirir o título, o investidor negocia com a instituição bancária a porcentagem que vai receber do rendimento da aplicação. Quanto mais dinheiro e maior o prazo disponível, maior o poder de barganha do cliente. "Caso tenha R$ 60 mil ou mais, se ele pesquisar em vários bancos, pode conseguir até 102% do retorno", diz Rocha.


A recomendação de títulos do Tesouro Nacional segue a mesma linha de raciocínio do CDB DI. Flávio Lemos, coordenador da Trader Brasil Escola de Investidores, sugere as LFT (Letras Financeiras do Tesouro) e NTN-B (Nota do Tesouro Nacional de série B). A rentabilidade do primeiro tipo varia de acordo com a Selic, equanto o retorno das NTN-B depende da inflação.
"Eu aconselharia o investidor a comprar as LFT, que é um título sem risco, posfixado, e que vai acompanhar o juro", diz Lemos. Uma vantagem dessa aplicação em relação ao CDB DI é que o investidor adquire o título diretamente do governo - via instituições autorizadas - e não precisa pagar taxas cobradas pelos bancos. Por outro lado, o CDB traz comodidade para quem já é cliente de uma instituição bancária, pois basta fazer a transferência do dinheiro que está na conta para a aplicação.
As NTN-B estão entre as melhores opções na opinião de Lemos porque funcionam como uma proteção. Como o investidor tem o objetivo de adquirir bens ou serviços, que podem ficar mais caros durante o período em que o dinheiro será aplicado, a modalidade vai acompanhar eventuais aumentos de preços.
Nos dois casos sugeridos - CDB DI e Tesouro Direto - o imposto de renda (IR) pago pelo investidor acompanha a tabela regressiva de renda fixa. Se o resgate for feito em até seis meses, a taxa será de 22,5%. Caso a retirada seja nos meses seguintes, em até um ano, o rendimento terá um desconto de 20%. A poupança, que é isenta de IR, vale a pena quando o valor aplicado é pequeno, como no caso em que o investidor possui R$ 5 mil e pretende usar o dinheiro no fim do ano para pagar uma festa de formatura e uma viagem, por exemplo.
Mais informações »

Novo Peugeot 308 será lançado oficialmente em setembro

0 comentários
Peugeot 308
A Peugeot prepara a a apresentação oficial ao público no Salão de Frankfurt, em setembro deste ano, mas aqui você já pode ver as fotos do novo Peugeot 3008. Mudanças no visual o deixam um pouco mais agressivo, e internamente, o bom gosto continua presente nos detalhes. Veja as fotos.


O Peugeot 308 é o primeiro modelo de produção em série da Peugeot a receber a numeração 8. Por aqui, nem o Peugeot 206 virou o 207 e na Europa já se caminha para os finais “8″, ao menos, o nosso Peugeot 307 ainda está em sintonia com as versões européias.

O novo Peugeot 308 terá seis opções de motor, três a gasolina (um 1,4-litro de 95 cv, um 1,6-litro de 120 cv, um 1,6-litro turbo de 150cv, com câmbio manual, e de 140 cv, com caixa automática), desenvolvidos em parceria com a BMW, e três a diesel (um 1,6-litro de 90 cv, um 1,6 litro de 110 cv e um 2-litros de 136 cv, com incríveis 32,6 kgm de torque). Sem contar a versão esportiva, a RC, que terá motor de 210 cv e deve chegar em breve.



Mais informações »
Tecnologia do Blogger.

Instructions