Ferrari California - Ingresso para o haras

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 (Ferrari/Divulgação)

A Ferrari foi celebrizada por adaptar às ruas bólidos de pista. Confortos mundanos costumavam ser deixados de fora, tudo em nome de uma experiência mais pura e não filtrada de direção. Isso começou a mudar na década de 1970, em busca de mais consumidores. Uma guinada em direção à comodidade que culminou no modelo California, em 2008, que abre a estreia da casa de Maranello na série Carros dos Sonhos.

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Criado como um carro de volume, o modelo da marca do cavalinho rampante tem direito a fábrica própria para fazer 2.500 carros/ano — uma grande escala para a marca. A California também está se saindo bem no Brasil, com 22 unidades vendidas em 2010. Sucesso escorado em uma série de primazias que o esportivo estreou dentro da própria linha. A mais óbvia é o teto retrátil em metal, que transforma o conversível em cupê em apenas 14 segundos.
 
A outra inovação diz respeito ao coração: é a primeira Ferrari com motor V8 central dianteiro, que inovou na injeção direta. A caixa manual automatizada de dupla embreagem e sete marchas estreou no conversível, bem mais suave nas trocas do que as transmissões de uma embreagem. Atualmente, a 458 Italia usa esse tipo de câmbio, que também estará na FF, sucessora da 612 Scaglietti. Os mais puristas podem optar pelo câmbio manual de seis marchas, cuja alavanca desliza na tradicional grelha de alumínio. A suspensão, por sua vez, inovava na casa com o esquema multilink na traseira – a dianteira mantém os duplos braços triangulares, advindos das pistas.
Desenho toma emprestado elementos de estilo da cultuada Ferrari 250 California (Ferrari/Divulgação)
Desenho toma emprestado elementos de estilo da cultuada Ferrari 250 California


ORIGENS De um lado, a modernidade e de outro, a tradição. O batismo vem das valiosas 250 California, que tiveram apenas 125 unidades feitas entre 1958 e 1963. Um clássico quase que inestimável. Para ter uma ideia, em 2008, um exemplar trocou de mãos por 6,4 milhões de euros, equivalente a R$ 14,2 milhões. E é justamente da antecessora que a atual California tomou emprestados elementos de estilo, como os faróis, que replicam as antigas peças com bolha acrílica, a grande grade incrustada no para-choque, a entrada de ar no longo capô, as saídas de ventilação nos para-lamas dianteiros e as ancas traseiras pronunciadas.
Interior é repleto de tecnologia, com destaque para tela LCD junto ao velocímetro (Ferrari/Divulgação)
Interior é repleto de tecnologia, com destaque para tela LCD junto ao velocímetro


As linhas disfarçam um pouco as dimensões da California. De um para-choque até outro, são 4,56 metros de comprimento, 1,90m de largura, apenas 1,30m de altura e 2,67m de entre-eixos, o que permite até oferecer dois pequenos lugares traseiros. São medidas que, somadas à eletrônica embarcada e ao teto retrátil — mais pesado e complexo que um de lona —, elevam o peso para 1.735kg. É nessa hora que a sofisticação mecânica paga seus dividendos. Graças ao V8 de 4.3 litros e 32V de 460cv de potência a 7.750rpm e 49,5kgfm de torque a 5.000rpm e ao câmbio de trocas mais rápidas, o cabriolet vai até os 100km/h em apenas 3,9segundos e à velocidade máxima de 310km/h – a versão manual faz o mesmo em 4,2s. O controle de tração F1 TRAC, que privilegia as acelerações, dá uma mão nos números. Para estancar o entusiasmo, os discos de freio Brembo são cerâmicos.
 (Marcello Oliveira/EM/D.A PRESS)


PRATICIDADE A California foi pensada para o uso cotidiano. O couro, onipresente, é da grife Poltrona Fau. A suspensão tem gerenciamento eletrônico, que permite optar por um ajuste mais macio para a cidade. Além disso, estão presentes itens como ar-condicionado com duas zonas de ajuste, sistema de som de alta definição e bancos elétricos, para citar alguns. Ainda dentro da proposta funcional, o porta-malas comporta 340 litros, volume que diminui para 240l com a capota recolhida, espaço que ainda acomoda duas malas. O encosto dos bancos traseiros pode ser rebatido para ampliar o espaço. O preço de R$ 1,35 milhão não chega a ser imperdível. Mas, comparada à 458 Italia, a California sai por R$ 250 mil a menos, valor suficiente para comprar um apartamento de dois quartos na região Centro Sul de Belo Horizonte.
Traseira alta acomoda a capota, que pode ser recolhida em apenas 14 segundos
Traseira alta acomoda a capota, que pode ser recolhida em apenas 14 segundos
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Ferrari F50 GT and friends!

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Novo Polo 2011 – Preço e Fotos

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A vinda do novo Polo 2011  para o Brasil ainda não foi divulgada, porém também não foi negada, então temos que ficar aguardando a sua chegada, visto que na Europa o modelo foi lançado no Salão de Genebra em março desse ano. Em um modelo Hatch Compacto traz um motor 1.4 TSI com 4 cilindros, com potência de no máximo 178 cavalos, que vai de 0 a 100 km/h em menos de 7 segundos, e chega a alcançar a velocidade máxima de quase 230 km/h.
Novo Polo 2011
Novo Polo 2011
O Polo 2011  agora vem com câmbio automático de 7 marchas e um novo sistema DSG, que proporciona ao condutor uma embreagem dupla. Com a implantação de novos modelos de molas e amortecedores o carro ficou mais perto do chão, com 15cm mais baixo que o modelo anterior. Para uma melhor dirigibilidade o novo Polo vem agora com um sistema eletrônico do diferencial, garantindo a tração máxima para o carro.
Novo Polo
Novo Polo
Agora, uma das informações que com certeza o público sempre procura saber e que faz a diferença em um veículo, é a economia que ele oferece ao consumidor, a promessa é de que o novo Polo 2011  fará 20 km por litro de combustível, isso mesmo que você leu, um carro muito econômico mesmo sendo um modelo mais esportivo.
Polo 2011
Polo 2011
O preço no qual o Polo 2011 está sendo oferecido em países da Europa estão na faixa dos R$ 52.000,00. Para o Brasil como já havia comentado que ainda não há informações de data de chegada e de preço sugerido, mas já podemos ter uma idéia, esteja atento ao site para saber de novidades.
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Novo Cruze 2012 Deve Substituir o Vectra no Brasil

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O novo Cruze 2012, carro global da General Motors, pode acabar de vez com o Vectra no Brasil.

É provável que seja lançado já no ano que vem, com carroceria sedã e hatch, o Cruze 2012, foi lançado nos principais mercados primeiro como sedã; o Cruze hatch foi mostrado no Salão de Paris em 2010, e deve entrar em produção na europa neste primeiro semestre.




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Como escolher seus amplificadores

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Potência PMPO: fuja desta!
PMPO é a sigla de Peak Music Power Output (Potência de Saída de Pico Musical). Segundo alguns fabricantes de amplificadores e alto-falantes, é a potência suportada por um pico de tensão com duração de milésimos de segundo.
A questão, é que não existe um padrão no mundo para a medição desse valor. Portanto, é conveniente para boa parte de fabricantes especificar a potência do seu produto em watts PMPO, ou destacá-la na embalagem mais do que a potência em RMS. Não se deixe enganar por potências extraordinárias em amplificadores e falantes, esse número provavelmente é a potência de pico.
Então não adianta nada você comparar os 500 WPMPO de um fabricante com os 2000 WPMPO de outro, tanto para amplificadores ou alto-falantes. E, na realidade atual, os fabricantes obtém a potência PMPO multiplicando a potência real (RMS) por um valor que varia de 2 até 16, é um absurdo! Então, é normal encontrar produtos que tenham "100 Watts RMS" ou incríveis "800 Watts PMPO" por exemplo.
Um exemplo prático da confusão dos watts PMPO, é a de você ver em uma vitrine 2 amplificadores: um deles indica "600 watts PMPO" e o outro indica "2000 watts PMPO", e os dois com mesmo preço: É provável que você pense que o módulo com "2000 watts PMPO" seja bem mais forte, afinal, são "2000 watts"!!! Mas se você ver a potência RMS, e um tiver 200 watts RMS e o outro 300 watts RMS, aí sim, é a potência que merece sua atenção e vai ser decisiva na sua escolha final.
Potência RMS: é o que vale!
RMS significa "Root Mean Square" (Raiz média quadrada).
É o valor confiável, a potência real dos amplificadores e falantes. Com esse valor você pode comparar os produtos do mercado, pois é o metodo formal e padrão adotado por todos os fabricantes do mundo para especificar a potência real de seus produtos.
RMS é a máxima potência que o amplificador e o falante suportam desde que estejam reproduzindo a faixa de frequência para quais eles foram fabricados, isto é, a potência que eles suportam ao funcionar por bastante tempo reproduzindo uma música.
Se o fabricante divulga a potência em Watts RMS é um ótimo sinal. Ele está sendo muito honesto e acredita que seus clientes saberão entender suas especificações. Por exemplo, se você instalar um módulo que tenha 50 Watts RMS em 4 ohms, em um alto-falante de 50 Watts RMS em 4 ohms também, a durabilidade dos aparelhos será de um tempo indeterminado, mas muito tempo.
Embora não devesse, a potência de um amplificador ou falante é sempre dada em Watts, seja RMS ou PMPO. Não é ilegal deixar de informar se a potência é RMS ou PMPO. É apenas conveniente para alguns fabricantes... Os valores dados em PMPO são sempre altos. Em RMS os valores são mais modestos, porém reais, para uma mesma classe de aparelhos. Se o anúncio apregoa uma potência alta para um aparelho modesto, pode desconfiar que o fabricante está falando em Watts PMPO.

Como escolher seus amplificadores                              
Verifique se o módulo amplificador admite ligação Bridge, possui crossover ativo passa-alta e passa baixa e controle de ganho para cada par de canais;
Verifique sua distorção harmônica, distorção (THD) acima de 1% pode causar fadiga. Quanto menor este valor, menor será a distorção.
Verifique sua resposta de frequência, ela deve ser a mais plana possível entre 20Hz e 20.000Hz.
Verifique sua potência RMS, contínua a 4 Ohms (Root Mean Square) com baixa distorção. ( 30W RMS é o suficiente para sistemas para o dia a dia, 50W ou acima já servem para fazer um bom barulho fora do carro) Muitos fabricantes indicam a potência a 1 Ohms, algo que é muito difícil de ser utilizado, você precisaria de 4 falantes de 4 Ohms ligados em paralelo para chegar a essa impedância. Inviável para quem quer utilizar apenas um SubWoofer. Além de que muitos utilizam a potência PMPO (Peak Music Power Output) que é a potência de pico medido em frações de segundo que não servem para a música em geral.
Verifique a impedância mínima que o amplificador agüenta. Normalmente fica em 2 Ohms em estério e 4 Ohms em bridge. Amplificadores de alta-corrente aguentam até 0,25 Ohms em bridge gerando cerca 1500 W, 3 a 6 vezes mais potência que a 4 Ohms. Verifique sua relação Sinal/Ruído (S/N). Relação entre o nível de Sinal e o nível de ruído presente no som, os melhores amplificadores tem a relação acima de 100dB. Quanto maior esse valor, menos ruído seu amplificador vai gerar. Você sabia que na maioria dos amplificadores do mercado são de classe AB e que metade da corrente que ele consome vira calor e a outra metade vira som e música ?
Atenção: Nos amplificadores Pyramid, devemos considerar apenas metade da potência total indicada, pois será a potência que realmente o usuário poderá usar sem ter sobreaquecimento e sem distorção excessiva. A potência total indica apenas a potência RMS em 2 Ohms com o "ganho" no máximo, esteja atento também na relação Sinal/Ruído que é muito baixo, cerca de 85dB ( bons amplificadores possuem 100dB nessa relação, lembrando que adicionar 3dB significa dobrar a pressão sonora )
Estresse x música                                               
Sistemas com distorção, excesso de ruídos e falta de linearidade nas freqüências causa fadiga auditiva podendo aumentar mais ainda o estresse do trânsito.
Palavras da musicoterapeuta Maristela Smith: "Quanto melhor a qualidade do som, melhor a interação com a música. Um sistema de áudio que dá ao usuário a sensação de que se está diante de um concerto ao vivo é um belo passo para quem quer evitar o estresse."
"Não basta ouvir, é preciso escutar a música."
"Qualquer tipo de música pode combater o estresse do trânsito, do Heavy metal ao clássico" - cada um tem sua individualidade música.
Como escolher seus aparelhos na hora da compra.  
- Geradores (Toca-fitas, CD-Players...)
Verifique sua resposta de frequência, ela deve ser a mais plana possível entre 20Hz e 20.000Hz, isto é, deve amplificar a música com o mesmo ganho em toda a faixa de frequência audível;
Verifique sua potência RMS, contínua a 4 Ohms com baixa distorção; Verifique sua distorção harmônica (THD), distorção acima de 1% pode causar fadiga;
Toca-fitas: Funções como procura por início de música, Dolby B, alto reverse e controle remoto são muito práticas.
Verifique a tensão de saída dos conectores RCA, quanto maior a tensão, mais imune a ruídos vai ser seu sistema, dê preferência aos aparelhos que forneçam 2Volts ou mais nas saídas RCA;
Atenção: A linha Pioneer anterior a 99 (bem como outras marcas) possui cerca de 17 W RMS em 4 Ohms, 50 a 15.000Hz com distorção abaixo de 5% THD. 35 W RMS é a potência máxima com distorção maior que 5%. !!!
A nova linha Pioneer 99 com circuitos MOSFET fornece 27W RMS e 45W máximos;

Agora é lei! Proibido uso de dvd no painel de carro  
Desde do dia 26 de janeiro de 2004, o motorista que for flagrado assistindo a filmes no DVD ou lendo informações do sistema de orientação por satélite (GPS) enquanto dirige será multado. O uso desses equipamentos foi proibido para evitar acidentes causados pela falta de atenção no trânsito. A medida, válida em todo território nacional, foi tomada após a aprovação da Resolução 153 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no dia 17 de dezembro de 2003.
Segundo os termos da resolução, o uso de DVD no carro é permitido, desde que as telas estejam instaladas apenas atrás dos encostos dos bancos da frente para serem visualizadas por quem estiver na parte de trás do carro. Já o GPS pode ser utilizado apenas com o veículo parado. Quando o carro estiver em movimento, a tela do aparelho deve ficar oculta.
A multa aplicada aos proprietários de veículos com o equipamento instalado incorretamente será de R$ 127,69 por ser uma infração grave. Além disso, o carro ficará retido até que seja adequado aos termos da resolução. No caso de flagrante do condutor vendo as imagens, uma nova multa será aplicada. Dirigir sem a atenção e os cuidados indispensáveis à segurança no trânsito é considerada infração leve, punida com multa de R$ 53,20.
Este ano o Departamento Nacional de Trânsito, Denatran, contratará um estudo para detectar qual o grau de contribuição da falta de atenção do motorista nos acidentes de trânsito. As informações são da Agência Brasil.
Aprenda a fazer manutenção no som o seu carro    
A manutenção de um sistema de som automotivo é fundamental para que os equipamentos funcionem perfeitamente. Não podemos esquecer que todo produto tem um tempo de vida útil e após esse tempo, vem o desgaste natural. O Mundo do Som, empresa especializada em projetos de sonorização automotiva, dá algumas dicas para fazer uma boa manutenção dos equipamentos de som do seu carro. A bateria, que é a fonte de energia que alimenta o equipamento de som, deve permanecer sempre com carga estável (12 volts) e com contatos limpos e sem oxidação. A limpeza dos contatos e cabos deve ser feita mensalmente. Em casos de umidade, lubrificar com vaselina.
Aparelhos
O CD ou toca-fitas devem estar bem fixados no painel ou na parte traseira do carro e a cada 45 dias deve ser feita a limpeza do cabeçote do toca-fitas e do painel onde está fixado. O CD também deve receber a limpeza do painel e uma checagem se está bem fixado. Os amplificadores por exemplo, devem ser colocados em locais ventilados e bem fixados e, se possível montados em locais criados especialmente para eles, com proteção contra choques de outros objetos. A cada 45 dias verificar os fusíveis de proteção para ver se não estão oxidados e se estão bem fixados. A limpeza da carcaça deve ser feita com pano seco e limpo e, em caso de poeira, utilize pistola de ar para retirá-la.
Cabos
Os cabos de contato e os fusíveis de proteção têm influência direta na qualidade do som, por isso se forem instalados com um certo cuidado, exigem pouca manutenção, mas vale lembrar que a cada seis meses é bom dar uma olhada nos cabos que estão visíveis (normalmente, a maioria deles está escondido pela forração). Os cabos de contato e conectores RCA devem ser verificados para ver se não estão oxidados ou quebrados. O porta-fusível e os fusíveis também merecem o mesmo cuidado dos cabos e conectores. Se estiverem oxidados, uma boa limpeza resolve. Já os cabos, se estiverem quebrados, devem ser trocados.
Alto-falantes
Alto-falantes são os equipamentos que exigem os maiores cuidados na conservação e manutenção, pois são os responsáveis pela qualidade sonora do sistema de som. A primeira coisa a fazer é verificar as telas de proteção, se estão limpas e fixadas, se a proteção interna foi colocada e se está limpa, se os contatos dos falantes e o funil metálico não estão danificados ou oxidados e, por último, se o cone não está com umidade. Caso algum desses problemas seja encontrado, a solução passa a ser a substituição da peça. Os alto-falantes laterais dianteiros devem estar bem fixados e receber telas de proteção especial, já que estão em área de riscos e sujeitos a choques.
Quando for encontrada poeira nos cones ou telas, use uma pistola de ar. Os alto-falantes localizados no tampão (free-air) merecem tratamento especial devido à sua posição de funcionamento (horizontal) e à longas exposições à temperatura e à facilidade para entrada de resíduos, principalmente poeira. Eles devem estar bem fixados e possuir telas de proteção. Também é preciso observar se as telas não estão empenadas e se não há corrosão ou ainda se o cone não está ressecado. Em qualquer um desses casos, o alto-falante ou a tela de proteção devem ser trocados.
Subwoofer
As caixas de subwoofer não requerem tantos cuidados, por estarem dentro do porta-malas, no entanto é preciso estar atento na hora de transportar carga próxima à caixa, uma boa dica é colocar telas reforçadas de ferro ou acrílico grosso. É sempre bom dar uma olhada a cada três meses, para ver se a caixa está bem fixada, se as telas estão limpas e fixas e se os alto-falantes estão limpos e funcionando. Em caso de poeira, usar pistola de ar.
Antenas
As antenas que mais exigem cuidados são as automáticas, devido ao uso freqüente do sistema. Pelo fato de funcionarem com vários estágios tendem a acumular sujeira. Nesse caso, devem ser lubrificadas com óleo WD (ou similar), periodicamente, utilizando uma estopa. Em seguida devem ser totalmente secas. É válido verificar se as varetas estão retas.
Cuidado com os cabos de alimentação               
- Puxe a fiação positiva diretamente da bateria:
- Tome muito cuidado com curtos-circuitos, utilize anéis de borracha;
- Lembre-se que a lataria é o pólo negativo ( ou terra ) de todo sistema elétrico. Se você encostar o fio positivo na lataria causará um curto-circuito que pode danificar a bateria, a fiação ou outros componentes eletrônicos de seu carro como injeção eletrônica ou outros componentes.
- Instale um porta-fusíveis perto da bateria (no máximo 50 cm).
- Não passe fios perto de cantos afiados e utilize sempre anéis protetores.
- Puxe a fiação negativa do sistema diretamente da lataria do carro, próximo de onde foi fixado o Amplificador ou CD-Player.
- Assegure-se de que tenha um bom contato com a lataria lixando o local.
- Lembre-se de que ambos os cabos positivos e negativos de sua alimentação devem ter espessuras idênticas para fazer fluir a corrente elétrica pelo seu sistema.
- Utilize sempre a menor distância para passar os cabos de alimentação.
- Nunca passe cabos de alimentação perto dos cabos de áudio.
- Certifique-se de que haja ótimo contato entre os cabos e os terminais do amplificador.
 
Como escolher uma instaladora                           
Pesquise com seus amigos se eles conhecem uma loja de confiança.
Confira se a loja transmite uma boa impressão, se é limpa, se os funcionários estão uniformizados, se tem uma vitrine com produtos em exposição ou catálogos.
Peça orçamentos detalhados para não se arrepender depois com o serviço realizado.
Verifique se a loja têm certificados de cursos de aperfeiçoamento, treinamentos técnicos.
Verifique se os instaladores possuem ferramentas adequadas para a instalação.
Verifique os trabalhos feitos em outros carros sonorizados na loja.
Não apresse o instalador, quem tem pressa come cru, já dizia o ditado.
Nem sempre o menor preço custa barato, um sistema mal instalado pode custar muito caro.
Cuidado com as ofertas imbatíveis, eles podem estar vendendo gato por lebre.
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Novo Jetta chega em 2011

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O Jetta ganhou uma versão totalmente nova, maior e mais esportiva, que chegará ao Brasil no início do próximo ano. Ele foi apresentado agora com mais espaço, mais confortável, sustentável, dinâmico e com um estilo inteiramente novo, com motor 2.0 TFSI de 200 cavalos. O sedan foi desenvolvido na Alemanha e fabricado no México e traz grandes avanços tanto em conceito como no design.

• Maior: tem 4,64 metros de comprimento, 1,45 m de altura e 1,78 m de largura

• Equipado com ESP (Sistema Eletrônico de Controle de Estabilidade), monitoramento da pressão dos pneus e
novos sistemas de proteção para pedestres

• Turboalimentação e à injeção direta de gasolina, o quatro-cilindro com 1.984 cm³

• 280 Nm de torque entre 1.700 e 5.000 rpm

• Velocidade máxima de 236 km/h

• Suspensão tipo McPherson na dianteira, com molas helicoidais e amortecedores telescópicos. Na traseira, o carro tem suspensão Multilink um eixo de torção especialmente regulada para as condições do Brasil

• Sistema de direção com assistência eletro-hidráulica Servotronic.
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Jeep Grand Cherokee

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Nova geração do modelo norte-americano quer colocar a Jeep de volta na elite dos SUVs


Nos anos 90, o Grand Cherokee era um dos importados mais desejados no Brasil. Com seu porte avantajado, o Jeep conquistou os motoristas que queriam um carro grande e com cara de poucos amigos. No entanto, a chegada de vários rivais – principalmente asiáticos – dificultaram a vida do norte-americano no Brasil (e no mundo também).

A nova geração do Grand Cherokee chega ao país com a dura missão de recuperar o prestígio da Jeep entre os utilitários esportivos de luxo. Por aqui, o carro será vendido em duas versões, chamadas de Laredo e Limited. Ambas são equipadas com o motor 3.6 Pentastar, que entrega 286 cv, e transmissão automática de cinco velocidades.

Por fora, o veículo em nada lembra seu antecessor. Como em todo Jeep, a dianteira se destaca pela tradicional grade de sete aberturas verticais, herança dos tempos em que os robustos utilitários da marca serviam exércitos de todo o mundo. Na traseira, os projetistas da marca decidiram colocar lanternas verticais, que invadem a tampa do porta-malas, dando um ar mais esportivo e jovial ao carro.

O interior também foi completamente renovado, mas sem deixar de lado a sobriedade que sempre caracterizou o Grand Cherokee. O espaço interno é generoso, graças ao entre-eixos mais longo e há itens como ar-condicionado digital de duas zonas com saídas para o banco traseiro, sensor de chuva, banco do motorista e retrovisores com memória, alarme, bancos revestidos em couro, monitoramento de pressão dos pneus, bancos dianteiros com aquecimento e ajustes elétricos e partida do motor sem chave, entre outros. A configuração topo-de-linha oferece ainda disco rígido para armazenamento de músicas em formato digital, teto solar e faróis de xenon.

Um item comum às duas versões é a tração nas quatro rodas, chamada de Quadra-Trac II, que usa sensores para distribuir a força entre as rodas. Caso haja perda de aderência em uma delas, o torque é transferido para as demais rodas automaticamente. O Grand Cherokee oferece ainda o sistema de tração Selec-Terrain. Ele é composto por cinco programas: Auto (ideal para cidade e off-road leve), Sand/Mud (voltado para terrenos arenosos ou lamaçais), Snow (neve), Rock (terrenos com abundância de pedras, controlando aceleração do motor e atuação dos diferenciais) e Sport (com mudança no direcionamento da tração para o eixo traseiro, indicado para situações em que se quer andar mais rápido na cidade ou estrada).

O preço sugerido do Grand Cherokee na versão Laredo é de 154.900 reais. Já a configuração mais luxuosa Limited sai por 174.900 reais. Em sua faixa de preço, o Jeep encara modelos asiáticos como Toyota Hilux SW4, Mitsubishi Pajero Full e Hyundai Veracruz, além do inglês Land Rover Discovery 4.
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Chevrolet Celta e Prisma 2012

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Celta e Prisma são dois dos modelos mais vendidos da Chevrolet no Brasil. Embora sejam criticados por alguns, não são poucos os donos que defendem seus carros com unhas e dentes. Deve ser justamente pensando nestes proprietários que a GM resolveu fazer poucas mudanças na linha Celta e Prisma 2012.

Até os olhos mais treinados demoram para notar as diferenças. As alterações foram estéticas e se concentram na dianteira. A antiga grade frontal ganhou visual mais parecido com os lançamentos mais recentes da marca, como a Captiva e o Malibu. Outra mudança foi na gravatinha dourada, tradicional símbolo da Chevrolet, que perdeu o aro cromado que a envolvia, tanto na grade dianteira quanto na traseira. No caso do Prisma, a tampa do porta-malas recebeu um friso cromado na altura das lanternas.

Por dentro, o volante de três raios é novo, assim como os botões do controle de ventilação, que são muito parecidos com os do Agile. Os revestimentos dos bancos e painéis de porta também são inéditos e a iluminação dos instrumentos ganhou um tom azulado, batizado de Ice Blue.

As antigas versões de acabamento Life e Spirit foram substituídas pelas nomenclaturas LS e LT, seguindo o padrão mundial adotado pela GM. A configuração de entrada LS será oferecida com duas ou quatro portas, com conta-giros, alarme sonoro dos faróis ligados, para-choques na cor da carroceria e para-sol do passageiro com espelho de cortesia. Os preços iniciam em 26.115 reais sem opcionais e podem atingir 31.382 reais se equipada com itens como ar-condicionado, direção hidráulica e protetor de cárter.

Já a versão LT tem valores que variam entre 29.364 reais a 32.784 reais (esta última com ar-condicionado e direção hidráulica). A versão tem algumas diferenças no acabamento e oferece um porta-objetos em frente ao banco do passageiro, acima do porta-luvas. Além disso, agrega itens como travas elétricas, vidros elétricos nas portas dianteiras, ar quente e protetor de cárter. A GM disponibiliza uma lista com 80 acessórios para personalizar o veículo, incluindo desde rodas de liga leve e aerofólio até GPS e geladeira.

No caso do Prisma, os preços da versão LS começam em 31.344 reais e podem chegar a 35.288 reais com a adição de ar-condicionado e direção hidráulica. Na configuração LT, os valores iniciam em 32.150 reais e atingem os 36.958 reais.
As opções de motorização continuam sendo o 1.0 VHCE (78 cv com etanol e 77 cv com gasolina) no caso do hatch e o 1.0 VHCE e o 1.4 Econo.Flex (97 cv com etanol e 95 cv quando movido a gasolina) para o sedã.
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